AD Press Estúdio de Comunicação

A AD Press é um estúdio de comunicação criado a partir da experiência profissional de quase 30 anos do jornalista Angelo Davanço. Produzimos conteúdo de valor para mídias digitais e impressas, como websites, blogs, redes sociais, livros, jornais e revistas. Baseado em Ribeirão Preto/SP, o estúdio presta serviços para empresas, instituições e profissionais liberais de todo o País, nas seguintes áreas:

Redação e edição: Produção de conteúdo para mídias impressas e digitais, como reportagens, entrevistas, artigos e posts temáticos.

Revisão: Revisão ortográfica de textos jornalísticos, trabalhos acadêmicos, livros didáticos e literários, e de conteúdos para a internet.

Blogs e redes sociais: Criação de conteúdo para publicação em blogs corporativos e redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram.

Publicações: Elaboração de publicações impressas e digitais, como jornais, revistas e livros institucionais.

AD Press Estúdio de Comunicação: Produzimos conteúdo de valor.

Revista Abeeon Empreende # 4

A quarta edição da revista Abeeon Empreende, que circula em abril e maio de 2019, tem nove reportagens minhas. Uma matéria especial sobre como o excesso de informação pode comprometer a nossa produtividade, além de textos que contam as trajetórias de Luciana Alves na agricultura orgânica, do chef Leo Santos, de Camila Achutti no mercado de programação, da arquiteta Luciana Paixão e do ilustrador Lucas Lima rumo à realização do sonho da vida no campo. Tem também matérias sobre como são organizados dois grandes eventos que marcam o calendário anual de Ribeirão Preto: a Agrishow e o João Rock. Além das reportagens, produzi a seção de cursos e eventos na área de empreendedorismo e fiz a revisão da revista. Leia aqui.

Blog João Rock

Em abril de 2019 iniciei a produção de conteúdo do blog do João Rock, um dos maiores festivais de música do Brasil, que acontece todo mês de  junho, há 18 anos, em Ribeirão Preto, no interior paulista. São posts semanais que trazem curiosidades sobre a história do festival, dicas para curtir os shows e entrevistas com músicos do mundo rock e pop brasileiro. Acompanhe as publicações clicando aqui.

Quer empreender? Então pega essa visão!

O que você seria capaz de dizer em um minuto e, com isso, transformar completamente sua vida aos 40 anos de idade? Em maio de 2018, o ex-vendedor de água mineral Rick Chesther soltou um vídeo na internet em que ensina como iniciar o próprio negócio tomando (e pagando) R$ 10 emprestados e obtendo um lucro de até 750% em apenas dois dias. Pois o vídeo da água virou febre em grupos de WhatsApp e, em menos de seis meses, o mineiro de Pitangui que vive no Rio de Janeiro desde 2017 viu sua vida mudar completamente.

“Hoje eu vivo num condomínio fechado, lancei um livro, tenho um contrato com uma das maiores instituições financeiras do País, já dei entrevistas para os principais canais de televisão, palestrei na Universidade de Harvard e possuo mais de meio milhão de seguidores na internet”, contabiliza Chesther, aparentemente sem se deslumbrar com os momentos de fama… Leia a matéria completa

 

Esta reportagem foi publicada na revista Abeeon Empreende, em sua terceira edição, que circula em fevereiro e março/2018. Além dela, esta edição tem outras duas matérias com a minha assinatura, com o empreendedor Leandro Pinto, dono do grupo Mantiqueira, e com Maris Ester Souza, ex-faxineira que voltou a estudar depois de 17 anos e hoje transforma a vida dos alunos por meio da cultura e da educação.

Revista Abeeon Empreende # 3

A terceira edição da revista Abeeon Empreende, que circula em fevereiro e março de 2019, tem três reportagens minhas, sobre as trajetórias de Leandro Pinto, que saiu da condição de ‘quebrado’ para a de dono da maior granja da América Latina; de Rick Chesther, o vendedor de água que ganhou fama com um vídeo de um minuto e hoje ganha a vida como palestrante e incentivador do empreendedorismo popular; e da professora e escritora Maris Ester, ex-diarista que encontrou na educação e na literatura as ferramentas para transformar as vidas, dela própria, e de seus alunos. Além das reportagens, produzi a seção de cursos e eventos na área de empreendedorismo e fiz a revisão ortográfica da revista. Leia aqui

Zine Travessa ganha destaque na revista Revide

Em sua edição de 22 de fevereiro de 2019, a revista semanal Revide, de Ribeirão Preto/SP, traz uma reportagem de capa sobre ações que buscam incentivar a manutenção do hábito da leitura e mostram caminhos alternativos para driblar a crise no mercado editorial.

Um dos exemplos mostrados pela repórter Bruna Romão é o projeto Zine Travessa, que criei há três anos e que hoje é um ponto de encontro mensal para quadrinistas, escritores e gente interessada em artes e em um bom papo.

Ao abraçar o ideia, em meados de 2016, a Livraria da Travessa mostrou que, mais do que um local para consumo de cultura, uma livraria pode ser um ponto de produção cultural. E é isso o que temos feito desde então!

Clique aqui e leia a reportagem completa.

Revista Onda Azul # 2

Terminei o ano de 2018 com muito trabalho, e um dos mais gratificantes foi ter participado, junto à equipe da Verbo Nostro Comunicação Planejada, da produção da segunda edição da revista anual Onda Azul, uma publicação institucional da Vitta Residencial, empresa com quase dez anos de atuação no mercado de construção civil de Ribeirão Preto e em outras regiões do interior paulista.

Foram três semanas de imersão no ambiente de uma empresa que não para quieta e não para de crescer, que não tem medo de se arriscar na inovação e, por isso mesmo, vai se tornando pioneira em vários setores da atividade econômica a que se dedica.

Todo pintor é maluco?

Que me perdoem os amigos pintores, mas a pergunta está em um diálogo na tela do cinema. “Só os bons”, responde Vincent Van Gogh ao colega de sanatório, um ex-combatente de guerra.

Contrariando as indicações para ‘Vice’ ou o novo de Spike Lee, fui à primeira sessão de ‘No Portal da Eternidade’, com um Willem Dafoe perfeito no corpo e na alma do gênio holandês. Na verdade, mais do que assistir a um filme, eu queria mesmo era uma deixa para voltar a escrever sobre cinema, coisa que não faço há uns seis, sete anos.

Antes da sala escurecer de vez fiquei matutando o que motivou minha escolha. Lembrei de dona Dalva, minha mãe, e de sua coleção “Gênios da Pintura”. Foi naquelas revistas que tive meu primeiro contato com o que chamamos de arte. Também havia o programa do Daniel Azulay na TV, mas aí já é outra história.

Me lembrei também daquelas que talvez sejam minhas primeiras sessões de cinema: “Tubarão” e “King Kong”, lá pela metade dos anos 70. Eu pensava que o termo ‘arrasa-quarteirão’ se devia ao fato das filas para estes dois filmes, em cartaz no Cine Plaza, dobrarem a esquina do exuberante casarão do doutor Camilo de Mattos.

Toda vez que passo naquela esquina da Duque com a Tibiriçá, dou um leve toque na muretinha do abandonado casarão. Um leve toque de saudade das minhas primeiras sessões de cinema com a dona Dalva.

Corte rápido de cena, surge uma simpatia de senhora que, acompanhada da filha e de outra garota, saúda os outros sete espectadores daquela sessão de quinta-feira com um afável cumprimento de boa tarde. E como não se toca mais música antes do filme começar, a mulher puxou conversa e encasquetou que me conhecia.

– Eu estudei com você no colégio Industrial, não é mesmo?

– Acho que não, pois eu não estudei no Industrial, estudei no Mousinho…

– Você morou nos Campos Elíseos?

– Sim, morei na infância e adolescência, no final da Tamandaré…

– Então é isso, eu te via lá perto do Industrial. Você é professor?

– Não, eu sou jornalista…

– Então é isso! Você aparece na televisão?

– Não, eu sempre trabalhei em jornal impresso…

– Ah, no A Cidade, né? Você ia comer no San Sebastian?

– Sim, quando a fome apertava, era uma opção lá pelos lados da São Sebastião…

– Viu, eu te conheço! Meu nome é Dalva…

– O meu é Angelo… Ah, minha mãe também se chamava Dalva…

– Só Dalva? Eu sou Dalva Cristina…

– Dalva Inês…

– Bonito também… Já vai começar, bom filme.

– Bom filme para a senhora também.

E não é que o filme é bom mesmo? O diretor Julian Schnabel mostra um Van Gogh ciente da condição de transtornado com as visões que tinha e com as vozes que ouvia e, mais do que isso, sabedor de que sua arte não era feita para a sua geração, mas para os tempos futuros.

Não são poucas as cenas em que alguém aparece para lhe perguntar se ele realmente se achava um pintor.

– Você fica pintando estas flores, mas sabe que elas vão murchar e morrer…

– Não as minhas. As minhas flores serão eternas.

Preste atenção quando a câmera simula o olhar de Van Gogh. As imagens vão ficando cada vez mais amareladas e ainda mais afetadas pelas lágrimas das retinas do pintor.

Sim, Vincent Van Gogh era um pintor. Um pintor dos bons. E por isso mesmo, maluco.

E este texto, que era para ser uma crítica de cinema, virou uma crônica. Quem sabe nos próximos filmes eu acerto?

Inteligência Artificial: Ameaça ou Oportunidade?

Quando se pensa em Inteligência Artificial (IA), impossível não se lembrar da velha expressão popular: o copo está meio cheio ou meio vazio? No momento em que o trabalho das máquinas já é uma realidade em diversas áreas profissionais, cabe a cada um de nós encarar a situação como uma ameaça ou uma oportunidade.

“Não há como negar que a Inteligência Artificial tem grande impacto no mercado de trabalho, e isso ocorre de duas maneiras. Primeiro, na substituição do trabalho humano. Mas, por outro lado, em uma segunda visão, ela serve como um complemento, tornando determinados profissionais muito mais produtivos”, avalia Felipe Maia Polo, 23 anos, graduando em Economia pela USP (Universidade de São Paulo) em Ribeirão Preto (SP) e presidente fundador do Neuron – Data Science and Artificial Intelligence, grupo que investe na educação para difusão dos conceitos da Ciência de Dados… Leia a matéria completa

 

Esta reportagem foi publicada na revista Abeeon Empreende, em sua segunda edição, que circula em dezembro/2018 – janeiro/2019. Além desta matéria de 4 páginas, esta edição tem uma outra reportagem com a minha assinatura, uma entrevista com o humorista Roberto Edson, que fala sobre sua carreira artística e como manter o bom humor em tempos de crise. Tenho um carinho muito grande por estas duas matérias, pois representam o meu retorno à reportagem depois das experiências incríveis que tive nos meus 13 anos de jornal A Cidade.

O humor em tempos de crise

Um país com 12,5 milhões de desocupados, 23,5% da população composta por quem não consegue pagar suas contas em dia, em que 33 milhões de pessoas não têm onde morar e que o salário mínimo não dá para suprir as necessidades básicas de um cidadão, como alimentação, moradia e saúde. É ou não é um cenário para deixar qualquer um mal-humorado?

Até mesmo quem vive do riso corre o risco de ficar de cara amarrada quando a crise bate à porta. E foi isso o que aconteceu com o ator e humorista Roberto Edson, 47 anos, de Ribeirão Preto (SP)… Leia a matéria completa

 

Esta foi minha reportagem de estreia na revista Abeeon Empreende, em sua segunda edição, que circula em dezembro/2018 – janeiro/2019. Além desta entrevista, que foi capa da revista, esta edição tem uma outra reportagem com a minha assinatura, sobre os desafios da Inteligência Artificial para as carreiras. Tenho um carinho muito grande por estas duas matérias, pois representam o meu retorno à reportagem depois das experiências incríveis que tive nos meus 13 anos de jornal A Cidade.